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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013 - Por Onde Andei Esse Ano?


Fim do ano chegando e quem gosta de viajar sempre faz aquela retrospectiva básica...Quantas viagens eu fiz esse ano? E que é alegria é descobrir que você fez mais de uma.
Esse ano pra mim foi um ano de viagens especiais, realizações de sonhos e viagens meio de última hora...Vamos relembrar!

Fevereiro – Buenos Aires

Pelo segundo ano consecutivo eu passei o Carnaval em BuenosAires. Sim, pode me chamar de louca, por não permanecer no Rio de Janeiro e fugir da folia, mas foi uma viagem incrível. No melhor estilo 4 Amigas e um Jeans Viajante (é o nome de um filme...rs) fomos rumo à terra dos Hermanos, das medias lunas, dos alfajores e do Freddo :). Como era a nossa segunda vez, queríamos fazer coisas que não tínhamos feito na primeira vez e foi aí que tiramos uma das nossas fotos mais corajosas (beijando um leão) e conhecemos o famoso “zoológico” de Lujan.

Las Chicas Mas Guapas...
"Gosto muito de você Leaõzinho..."

Aproveitamos também para conhecer o MALBA, um dos museus mais importantes da América Latina. Quadros famosos, esculturas nem tão famosas assim e uma aula de arte e cultura.

Entrada do MALBA

Março – Ouro Preto
Março foi um mês auto-conhecimento. Resolvi fazer uma viagem sozinha e não me arrependo nem um pouco de ter feito. Planejei tudo desde janeiro, vi albergue, montei o roteiro e me joguei com tudo em Ouro Preto.

A minha primeira viagem solo foi incrível e tenho ótimas lembranças. Como diz a música de Ana Carolina “aprendi a me virar sozinha...”

Me apaixonei pela cidade, me apaixonei pelo albergue em que me hospedei e me apaixonei pela cultura. Trouxe de brinde uma luxação no joelho direito por escorregar (literalmente) nas ladeiras de Ouro Preto, mas não me arrependo de nada. Depois dessa viagem tive coragem de me aventurar mais vezes nesse estilo!

Museu da Inconfidência

Julho – São Paulo
Um dia, três amigas e uma vontade imensa de viajar. Mas pra onde? Surgiu a ideia de se jogar em São Paulo por ser uma cidade relativamente perto e por conseguirmos fazer bastante coisa em um só fim de semana.

Resolvemos ir de avião na sexta-feira (para não perder a noite de SP) e voltar no domingo meia-noite chegando no RJ de manhã para ir direto ao trabalho. Loucura talvez, mas quem nunca, né?

Foi um fim de semana de descobertas de cantos da cidade que ainda não tinham sido explorados por mim. Um fim de semana onde comi maravilhosamente bem e um fim de semana com ótimas histórias pra contar.
Cheguei morta com farofa na segunda-feira, mas cheguei feliz!

SAMPA
 


Agosto – Paraty
5 Amigas e um aniversário. Comemorar os 28 anos no Festival da Pinga era o desejo de uma das amigas e lá fomos nós. Nos metemos em uma excursão e lá fomos nós. Se arrependimento matasse...rsrs.

Paraty é uma cidade encantadora, mas Agosto não é o melhor mês de conhecer a cidade. Chuva constante (daquelas fininhas que não param nunca) e a cidade fica bem cheia.

O ponto alto da viagem foi a Paella que comemos no último dia de viagem...Gente, que delícia.
Cartão Postal de Paraty


As amigas!
Setembro – Boston, New York e Búzios
Eu não disse lá em cima que 2013 foi um ano de realização de sonhos? Pois é...Ir para os EUA era um sonho de criança e conhecer NY foi especificamente a realização do sonho americano.

Graças aos meus tios que moram em Boston eu pude voltar ao Brasil realizada. Eu ganhei a passagem de ida e volta dos EUA e fui feliz. Pra quem já leu aqui no blog como foi a minha saga pra conseguir o visto americano, vai entender o motivo de eu ter ficado tão feliz.

Boston foi a cidade onde revi a família que não via há 20 anos. Matar a saudade de tanta gente que eu não via há tempos e de conhecer a cidade no modo slow motion, pois eu ficaria mais tempo lá.

New York foi no ritmo frenético, assim como é a cidade...Um lugar que não para nunca. Realizei sonhos como ver um Musical da Broadway e a Estátua da Liberdade. Conheci a cidade praticamente sozinha e me orgulho até hoje disso...A música que me define de quando voltei da viagem sozinha à NY: Aquela que toca quando o Rocky Balboa sobe todos os 72 degraus de pedra na entrada do Museu de Arte da Filadélfia “tananamm tananaam tattananam”

Não satisfeita de ficar 15 dias nos EUA eu voltei para o Brasil numa segunda-feira e na sexta-feira eu já estava indo pra Búzios...Eu precisava fechar as férias com chave de ouro e fechei. Jantei nos melhores restaurantes por causa do Eat In Rio, me hospedei numa pousada fofa e curti as praias deBúzios como ninguém.

Top of the Rock - NY
Boston



Píer de Búzios
Dezembro – Santa Maria Madalena
Depois de passar as férias viajando mais do que a Dilma a pessoa meio que decretou falência, mas aí né...A pessoa muda de emprego, a grana aumenta um pouquinho e uma das suas amigas diz que vai casar em outra cidade. Eu nem curti, né? Arrumei minha malinha e lá fui eu para Santa Maria Madalena. Cidade tranquila no interior do Rio de Janeiro onde o tempo para e você nem se importa...

Igreja da Matriz em Santa Maria Madalena

2013 foi um ano rico de viagens e espero que em 2014 a minha retrospectiva possa vir com mais lugares incríveis, mais pessoas novas na minha vida, mais experiências, mais histórias...mais Gaby Pelo Mundo!
E você? Viajou muito esse ano? Conta pra gente!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Jersey Gardens – O Outlet de New York

Quando eu estava fazendo o planejamento para Nova Iorque eu dizia: “Minha vibe não é de compras, quero conhecer a cidade”. Normalmente eu sou assim mesmo e costumo ficar até de cara emburrada quando viajo acompanhada e a pessoa que está comigo quer entrar em TODAS as lojas que vê no caminho....rsrs. Minhas amigas costumam dizer que sou meio menino...hahahaha

Mas enquanto eu estava lendo sobre a cidade eu descobri que tinha um outlet bem pertinho...O Jersey Gardens e eu pensei: “Por que não?”

Como Chegar

Se você estiver hospedado no arredores de Manhattan pode dar uma caminhadinha até a 42nd/43th e logo você vai ver o Port Authority Bus Terminal. Caso queira utilizar o metrô, você vai descer na estação de mesmo nome: Port Authority.

Você vai notar que o terminal de ônibus possui dois prédios. Você precisa entrar no prédio que fica em frente ao New York Times (não tem erro). Entrando na estação, vá até o segundo andar e logo você vai encontrar as máquinas de venda da NJ Transit próximo ao portão 222 (normalmente esse é o portão do ônibus 111 para Jersey Gardens, mas sempre pergunte pois o portão pode ser alterado)

As máquinas são muito fáceis de usar, no mesmo estilo nas máquinas de compra de ticket do metrô, mas se estiver um pouquinho na dúvida e o seu inglês não for lá essas coisas, vai uma cola básica:
1.       Selecione a opção chose your trip
2.       Escolha a opção Jersey Garden – round trip (isso significa ida e volta)
3.       Insira seu cartão e pronto!

Se você for meio das antigas e gosta de comprar direto com o atendente, ao entrar na estação caminhe até o final (no primeiro andar mesmo) e ao lado das máquinas da NJ Transit você vai ver os guichês de atendimento da empresa. Não esqueça de pedir pela Round Trip (ida e volta). O valor da passagem ida e volta é de U$$ 13,00.

Embarquei no ônibus de 11 da manhã e comecei a notar que as pessoas estavam com malas, mochilas enormes...E eu? Uma humilde mochila...Pois é, né? Era o que tinha!

O trajeto leva em torno de 30 minutos e a viagem é bem tranquila. O ônibus para em frente à entrada do shopping e aí meus queridos, é só correr pro abraço...rsrs.

Se quiser ver todos os horários do ônibus, acesse o link: http://www.njtransit.com/pdf/bus/T0111.pdf

Entrada do Outlet - Parece pequeno, mas não é...(foto divulgação)

Expectativas

As marcar mais populares e famosas dos USA estão lá: GAP, Victoria’s Secret, Tommy Hilfiger, Calvin Klein, Toys R Us, Polo Ralph Lauren, Century 21, Nike, Adidas, Reebok...Se você quiser ver a relação de todas as lojas, acesse o link: http://www.jerseygardens.com/directory

No primeiro momento você fica meio desnorteado e quer entrar em todas as lojas ao mesmo tempo agora...Mas eu foquei no que eu mais queria. Fui na loja da Tommy, Polo, CK, todas as lojas tinham promoções. Algumas no estilo leve 3 pague 2. E os preços eram bem convidativos.

Foto Divulgação

Foto Divulgação

Mas a nova queridinha do Jersey Gardens é a Century 21, inaugurada há pouco tempo no shopping, a Century é uma das melhores lojas de departamento...O que eu vi de brasileiros não estava no gibi. Eu saí de lá com duas sacolas. Só pra vocês terem ideia: eu comprei um óculos da Calvin Klein nessa loja por 19 dólares. Blusas sociais da Polo por 20 dólares e blusas de malha masculina da Tomy por 13 dólares. Lojas como Victoria’s Secret também são uma perdição para a mulherada...5 cremes para o corpo por 30 dólares (no free shop era 3 por 30), lingeries por 3 dólares (#AsMinaPira). A loja de Levi’s também estava com preços ótimos: Calças jeans por 30 dólares (uma calça aqui no Brasil chega fácil aos 200 Reais).

Century 21 :D Foto Divulgação

Enfim, o Jersey Gardens vale muito a pena, além de ser pertinho de NY você ainda pode fazer belas aquisições.

Ao final das compras você ainda pode descansar na praça de alimentação que possui algumas opções para matar a sua fome e de sobremesa você ainda tem um quiosque da Haagen Dazs...Eu não resisti né.
Ao final das compras eu me encaminhei para o ponto de ônibus (o mesmo da chegada) e aguardei. Esperei mais de 30 minutos, porque um ônibus tinha acabado de sair...mas foi melhor eu esperar sentadinha ali do que ir em pé no busu. Porque teve uma galera que foi em pé.

A pessoa já sai do outlet de óculos novos ;) - Calvin Klein custou $19,00 :O

Prato cheio pra quem gosta de Victoria Secret!

Dicas:
- Leve o seu passaporte. Ao chegar no shopping vá ao balcão de informações, mostre o seu passaporte e ganhe um livrinho de descontos. Eu acho vantagem o livro quando você está indo com um grupo grande, pois a maioria dos descontos era para as compras acima de 150 ou 200 dólares em cada loja.
- Tente não sair do shopping por volta de 17h, pois você vai encontrar um trânsito bem pesado quando chegar em NY.

E você? Já foi ao Jersey Gardens? Conta pra gente como foi...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

New York - Uma Tarde no Museu e a Cidade Aos Meus Pés...

Era o meu penúltimo dia na cidade e ainda tinha alguns “assuntos pendentes”...hahaha.

1º Parada – Museu de História Natural

Eu gosto muito de museus e os meus preferidos são aqueles que contam uma história, a origem das coisas...Nada melhor do que um bom e velho museu de história natural. E eu não poderia deixar a cidade sem visitar o maior museu de história natural do mundo.

Eu já tinha lido que o valor de entrada no museu possui um preço sugerido, ou seja, você não precisa pagar pelo valor sugerido se não quiser, ou puder... (U$$ 22 adultos e U$$ 12,50 crianças). Bom, é fato que eu estava guardando o meu rico dinheirinho para ser gasto no Outlet (fútil...i know, mas quem não é?) e ao entrar no museu paguei o quanto o meu bolso coração estava disposto: U$$ 10,00, sim, foi isso que paguei para entrar no museu, menos da metade do valor sugerido. Eu poderia ter pago apenas U$$ 5,00 se quisesse, mas achei que um lugar como aquele merecia mais do que um “cupcake”...hahahha

A primeira visão que você tem ao entrar no museu é do famoso esqueleto do T-Rex e se você não entendeu o porquê de eu ter dito famoso, eu posso explicar: Se você já assistiu o filme Uma Noite no Museu (aquele que as coisas dentro do museu ganham vida) então você sem querer já “visitou” o Museu de História Natural de NY. E lembra daquele esqueleto de T-Rex do filme? Então...Ele está logo na porta de entrada.

O museu é incrível e eu gastei fácil umas 2 horas lá dentro. Peguei o mapinha na entrada e fui me aventurar pela história...E quão feliz eu fiquei de ver uma ala toda dedicada a Amazônia. Não, eles não falavam que a Amazônia fazia parte dos EUA (sei que rola essa conspiração...rsrs), eles falavam da importância da floresta, da vida indígena, enfim, a Amazônia estava bem representada.

Galerias sobre a cultura asiática, inca, maia também estão lá.

Animais são o destaque na galeria africana. Eu fiquei muito impressionada com os detalhes. Cada animal parecia que ia se mexer a qualquer momento (assim como no filme...rs).

E eu fico imaginando a minha cara de UAU, ao ver uma baleia azul literalmente pendurada no teto da galeria de animais marinhos.

Eu sempre saio do museu com uma sensação de: “acho que estou mais inteligente agora”, é um pensamento meio engraçado, mas é assim que me sinto...Tipo quando você sai do Louvre, sei lá, parece que os museus possuem alguma mágica, talvez seja por todas as coisas que estão guardadas ali. Vai saber?

OBS: Caso você pague menos do que o valor da entrada sugerida, você não terá direito a algumas exposições. Por exemplo eu não vi a exposição que estava tendo sobre as Baleias. Mas se você quiser só conhecer o museu, vá, pague o quanto puder (ou quiser) e seja feliz!

Central Park West at 79th Street 

New York, NY 10024-5192 
Telefone: 212-769-5100

Aberto diariamente das dez horas - 17:45 exceto no Dia de Ação de Graças e Natal

Fachada do Museu
Adicionar legenda


O Esqueleto do T-Rex

Detalhes..incríveis
Não, não é o Hall das Pessoas Pacíficas e sim de pessoas DO Pacífico...kkk

Ilha de Páscoa

Agora você entende a minha cara de UAU?
Hall Africano!

2º Parada – Top Of The Rock

Eu nunca, jamais em hipótese alguma poderia me despedir da cidade de NY sem apreciá-la do alto e lá fui eu naquela segunda-feira meio chuvosa para o Top of The Rock.

Se você quiser ter NY “aos seus pés” você tem duas opções: O Empire State (mais famoso e com entrada mais burocrática) e o Top Of The Rock (com entrada mais tranquila e menos burocrática).

No dia que cheguei à cidade (leia aqui) eu até cogitei a possibilidade de já apreciar a vista no Top of the Rock, mas a fila estava bem grande e meio que desisti. Mas naquele dia eu não podia desistir...Era a minha última chance e a fila que tivesse eu iria encarar.

E até que Murphy foi legal comigo porque não tinha fila. Nada, ninguém na minha frente. Talvez pelo fato do dia estar meio nublado por conta da chuva? Ok, Murphy ainda estava lá! Mas eu não podia desistir, né? Comprei meu ticket e o atendente ainda tentou me convencer de voltar outro dia porque não ia dar pra ver muita coisa naquele dia. Mas eu não tinha outro dia, tinha que ser naquele momento. Juntei todas as minhas forças (e os U$$27,00), comprei o ingresso e fui.

Quando você entra no elevador já rola uma surpresa e foram momentos como aquele que eu lembrava que estava nos EUA, onde eles sempre querem dar um show!

Na primeira parada você já tem uma vista incrível, mas com um vidro impedindo de você tirar mais fotos legais. Eu inocente, pensei que era só aquilo, né, mas tinha mais um andar...Subi e não tinham mais os vidros para impedir a visão, mas ainda existiam umas grades atrapalhando as fotos....Mas eis que quando eu subo uma escada meio escondidinha (depois de subir e descer praticamente no mesmo lugar...hahahah) lá estava. A cidade de NY literalmente aos meus pés. Com seus prédios, ruas planejadas, o Central Park e o Empire State, o símbolo mór da cidade (o prédio do King Kong) e que agora eu estava olhando pra ele praticamente de “igual pra igual”.

E lembra daquele tempo feio e chuvoso? Pois é, parece que Murphy largou da minha mão e o sol começou a abrir e as nuvens se dissiparam. Eu consegui ver a cidade em sua plenitude e o melhor: sem um monte de gente se acotovelando para ter a mesma visão. Sabem como é, dias nublados, afastam turistas...rsrs.

A sensação que tive ao ver a cidade ali do alto é algo indescritível. Na verdade acho que foi equivalente a sensação de ver a Times Square ou a Estátua da Liberdade pela primeira vez...Incrível!

Informações:

30 Rockefeller Plaza , New York , NY 10112
Telefone: (212) 698-2000
Aberto diariamente de 08 da manhã até meia noite.


OBS: Se você quiser, também pode comprar os tickets pela internet e evitar as filas.









O dia tinha sido mais tranquilo, afinal eu ainda precisava voltar pra casa para me arrumar para a Broadway (leia sobre o show aqui). Mas as sensações que tive vão sempre permanecer na minha memória e eu espero que você possa ter essas mesmas sensações algum dia! 

Empire State
Cidade aos meus pés...Check

Central Park

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

New York – Estátua da Liberdade, Wall Street, Brooklyn Bridge e High Line

Andar pelas ruas de NY no segundo dia foi tão intuitivo que eu parecia já ser uma cidadã Nova Iorquina.
Peguei minha mochila e às 09 eu já estava saindo de casa, era um domingo, então eu resolvi parar numa banca de jornal pra comprar o The New York Times...E vou te falar, a edição de domingo era tipo a nossa edição de domingo do Globo...Me senti comprando o jornal, né? Rsrs. Só faltou o copo de café na mão pra fazer o combo “American way of life”.
Antes de começar a explorar a cidade naquele dia fui ao encontro da minha prima e as amigas dela. Deixei minha mochila no quarto de hotel delas, tirei as coisas mais importantes para passar o dia e fui ser feliz. Elas tinham um roteiro próprio naquele dia e eu tinha o meu, mas a primeira parada até que era igual. Estátua da Liberdade J
1° Parada - Estátua da Liberdade
Se você é um leitor ávido de blogs de viagem e já pesquisou sobre o que fazer em NY, sabe muito bem que você tem algumas alternativas para ver a famosa Estátua. Eu, como não estava muito afim de gastar dim dim (queria economizar o máximo possível para o dia das compras J), resolvi ver a estátua de graça...Isso aí, de graça...
A Estátua da Liberdade fica localizada na Liberty Island e para acessá-la  você precisa adquirir um ticket que custa U$$17. A saída do barco que leva para a Liberty Island é no Battery Park (estação de metrô em frente). Mas, vamos voltar as vacas frias...Como ver a estátua de graça? Simples, é só você pegar o barco que vai para Staten Island. Você acessa o terminal das barcas, passa na roleta, entra no barco e pronto. Sem pagar nada você faz um passeio de barco com duração de 20 minutos (no máximo) tem uma vista linda da cidade de Manhatan e vê, de quebra,  a estátua mais famosa do mundo.
Confesso que quando vi a estátua, mesmo de longe, meus olhos marejaram e foi tipo a confirmação: “Sim, eu estou em NY...” . Fiquei imaginando (eu e meu fantástico mundo de Bob...hahahahah) como deveriam ser os imigrantes chegando nos Estados Unidos. A maioria fugindo da guerra ou das más condições de vida nos seus países. Em busca de um lugar onde seriam livres e poderiam prosperar...Era a terra das opotunidades e a esperança que dias melhores viriam.
De acordo com o wikipedia: “O Monumento da Estátua da Liberdade comemora o centenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos e é um gesto de amizade da França para com os Estados Unidos . Projetada e construída pelo escultor alsaciano Frédéric Auguste Bartholdi (1834-1904), que baseou-se no Colosso de Rodes para edificá-la. Para a construção da estrutura metálica interna da estátua, Bartholdi contou com a assistência do engenheiro francês Gustave Eiffel, mesmo engenheiro da Torre Eiffel.”
Dicas:
- O barco para Staten Island sai de 30 em 30 minutos, fique ligado no horário.
- Quando embarcar fique no lado direito a estátua aparece desse lado. Na volta de Staten Island fique no lado esquerdo, se não conseguiu tirar a foto na primeira vez, com certeza vai conseguir na segunda.
- É obrigatório o desembarque quando o barco ancora em Staten Island. Se não quiser ficar por lá é só pegar o mesmo barco voltando...Ande um pouco rápido para não perder o barco. Se não souber o caminho é só seguir a galera que, com certeza, vai fazer a mesma coisa que você.
Metrô: Linha verde e amarela.
Estação:  South Ferry
Depois de ter feito um passeio de barco 0800, era a hora de conhecer o sul da Ilha de Manhatan.

Interior da Estação para Staten Island
Passeio de Barco é bom, de graça é melhor ainda...

Quando os meus olhos marejaram...
2° Parada - Memorial 11 de Setembro
Peguei o metrô, desci na estação World Trade Center e ao chegar no local de onde estavam as torres gêmeas parece que você sente um aperto no peito, uma coisa estranha. Pensar que naquele 11 de setembro de 2001 todos estavam ali, no prédio, trabalhando e de repente, perderam suas vidas.  A área toda parece que ainda se recupera, mesmo depois de tanto tempo...
No local onde estavam as torres, foi construído um memorial. A entrada é gratuita, porém você também pode fazer uma doação de 10, 25 50 ou 100 dólares.
Eu já fiz programas que considero mórbidos, nas minhas viagens...tipo visitar um cemitério, uma igreja toda feita de ossos até mesmo omaior campo de concetração do mundo, mas eu não sei, eu sinceramente não estava na vibe de entrar para ver um buraco. Sim, o local é um enorme buraco...Essa eu passei...Mas se você quiser ir lá pra conferir, acesse o site para efetuar sua reserva.
Horário de Funcionamento: 10 às 18 (última entrada às 17).
 
Uma das homenagens aos bombeiros mortos no atentado de 11 de Setembro de 2001.
3° Parada - Wall Street
Uma rua que abriga o coração financeiro da cidade. Bolsa de Valores e várias empresas do ramo financeiro estão localizadas nessa rua. Como era um domingo não vi homens engravatados nem mulheres de salto andando pelas calçadas. O que vi foi uma rua tranquila de andar, lotada de turistas tirando fotos a torto e a direito, inclusive eu!
Localizado no Bowling Park está a estátua do Touro de Wall Street. Talvez você não saiba porque tem um touro ali, mas como Gaby Pelo Mundo também é cultura, eu te explico:  “Bull Spread, no jargão do mercado financeiro, refere-se à expectativa de que um ativo de baixo valor venha a ter um aumento de preço. O termo bullish (do inglês bull: 'touro') significa 'esperançoso', 'confiante', 'otimista' com relação a algum evento futuro...” Então, é por isso que ele está lá, para representar a esperança e otimismo dos executivos financeiros...Acho que eles devem olhar para o touro e pensar: “Por favor, por favor...que nós não tenhamos uma nova crise...”
Tirar foto ao lado do touro requer um pingo de paciência e sorte. Sim, meu caro, todos querem tirar foto com o bendito do touro. E ainda dizem que se você tocar nas “bolas” da estátua, isso te trará sorte financeira. Bom, eu tirei a bendita da foto literalmente com as bolas nas mãos, e vou te falar...tô esperando a sorte financeira até agora...kkkkkkkk

Nem precisa de legenda, né...rs

Um parto de foto

Vai que dá certo? kkkkk
4° Parada - Bowling Park
Depois de ter passado pelo Bryant Park e pelo Central Park no primeiro dia (leia o post aqui) ia ser difícil achar um parque que superasse aqueles dois. O Bowling Park deve estar lá para acalmar os ânimos dos investidores...Sentar ali, ver um pouco de verde, comer alguma coisa e tal...Em frente ao parque fica localizado o Museu do Índio Americano, é...eles tem um museu assim...Na verdade o museu deve ter sido montado para passar a seguinte mensagem: “Desculpa aê, nós roubamos as suas terras, mas te damos essa moral fazendo um museu todinho sobre o seu povo” Ahhh vá...senta lá Claudia!

Bowling Park...É bonitinho!
5° Parada – Píer 17
Dali para a área dos píeres era relativamente perto e mais uma vez eu caí no conto do mapa...rsrs. Fui andando, andando e andando...Até que cheguei e me deparei com um local super agradável. Se você já foi a Puerto Madero, em Buenos Aires, talvez tenha um pequeno Deja vu. O cenário é bem legal e fui caminhando por ali até chegar no Píer 17 o maior píer onde você vai achar lojas, barraquinhas de comidas, pessoas fazendo shows na rua e mesinhas para comer o seu lanche!  Eu não resisti e como eu já estava meio cansada de andar, me dei ao luxo de tomar um Smoothie da Haagen Dazs, gente...o que era aquilo? Sem palavras. Sabe quando você toma alguma coisa beeeem devagar porque fica com pena de acabar? Então, era eu...Sentada no banquinho, bebendo o smoothie numa lerdeza constante.
Andei um pouco pelo shopping (tem alguns lugares legais pra tirar foto) e voltei porque a minha missão ainda estava por vir...Atravessar a Brooklyn Bridge.

Vai me dizer que não lembra Puerto Madero?

Eu e meu Smoothie da Haagen Dazs
6° Parada – Brooklyn Bridge
É, não adianta...eu sempre caio na pegadinha do logo ali mostrados pelos mapas. Eu andei um bom pedaço até chegar o início da ponte. No início você não entende direito como vai fazer para atravessar, mas logo você se acha e segue o fluxo. Tem várias plaquinhas indicando o caminho também...A propósito...NY é a cidade das placas, então é realmente difícil você se perder, pelo menos nas partes mais turísticas da cidade.
O desejo proposto no meu coração naquele dia era: Eu vou atravessar a ponte e ainda dar uma volta no Brooklyn...Bobinha essa menina...hahahah. Gente, eu andei, cheguei no meio da ponte e arreguei...Não parece, mas é uma bela caminhada. Assim...se a sua primeira parada for a ponte, talvez você tenha bem mais disposição do que eu para atravessá-la. #FicaADica
Então, voltei no meio do caminho e ainda quando cheguei novamente ao início da ponte sentei no banquinho e fiquei por ali recuperando as forças por bons 15 minutos. Mas vocês tem que me dar um desconto né gente...Era a minha sexta parada do dia...Hahahahah.

A ponte...

Já estava prestes a pedir arrego nessa hora...
7° Parada – High Line
Não satisfeita em ter andando pra caramba a beça, resolvi dar uma paradinha no Hyde Park. Saí do Brooklyn e peguei o metrô para a 14st, a estação de metrô mais próxima do Hyde Park.
Uma estação de trem desativada que foi transformada em parque deu um outro ar à região do Chelsea. O parque é bem agradável e vale muito a visita. É legal ver como as pessoas transformam espaços desativados em um lazer para a população. Você pode simplesmente caminhar pelo parque, parar em uma espreguiçadeira pra ler um livro, comer alguma coisa nos bistrôs do parque e deixar o tempo passar.
O parque fica aberto diariamente de 07 da manhã às 10 da noite e o acesso pode ser feito por diversas entradas, segue abaixo:
Gansevoort Street
14th Street (elevator access)
West 16th Street (elevator access)
West 18th Street
West 20th Street
23rd Street (elevator access) ***
West 26th Street
West 28th Street
West 30th Street (elevator access)
***O elevador da 23rd street está fora de serviço ao dano causado pelo furacão Sandy.
Estações de Metrô Próximas:
L ou A / C / E para 14th Street & 8th Avenue
C / E para 23rd Street & 8th Avenue
1 / 2 / 3 para 14th Street & 7th Avenue
1 para 18th Street & 7th Avenue
1 para 23rd Street & 7th Avenue

Assim é o High Line
E assim terminava o meu segundo dia nessa cidade que me encantou de uma forma inexplicável. E eu tinha que tirar forças (não sei de onde) para encarar um salto e uma roupa de balada...Mas quem era eu pra reclamar? Era NY, baby e eu tinha que aproveitá-la ao máximo.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

New York - O Dia Que Dormi em Um Hotel e Não Paguei...

Você não leu errado, foi isso mesmo. Eu dormi em um quarto de hotel e não paguei por isso...Não, eu não dei calote e não fiz nada de errado (pelo menos acho que não...rs), mas deixa eu explicar pra vocês.
A minha prima que mora em Boston foi para NY no mesmo dia que eu, porém ela estava acompanhada de mais duas amigas. Elas tinha feito reserva em um hotel  e solicitaram um quarto para 4 pessoas e como naquela noite eu ia sair com elas e eu estava hospedada no Queens, elas disseram que eu poderia dormir lá...No início fiquei meio assim né...pensei que o hotel ia encrencar e mandariam eu pagar pela noite (eles estavam no direito, vamos combinar...), mas pela minha surpresa não aconteceu nada disso.
Cheguei naquele domingo de manhã no Hotel delas (Fairfield Inn & Suites), com a minha melhor cara de pau e minha mochila nas costas (as roupas de night estavam na mochila...rsrs). Subi, dexei a mochila no quarto, peguei uma outra bolsa que eu tinha colocado dentro da mochila e fui pra rua. As meninas já tinham um roteiro definido por elas e eu tinha o meu (conto pra vocês o roteiro daquele dia no próximo post).
Quando terminou o dia, voltei para o hotel, subi direto para o quarto das meninas, me arrumei e saímos...Voltamos da night naquele dia e eu dormi lá linda e bela. E no dia seguinte? Usei a minha cara de pau mór e aproveitei pra economizar uns trocados na rua e já tomei o café da manhã...Se alguém perguntou alguma coisa pra mim? Nããããããoooooo.
Observações Sobre o Hotel
A parte boa disso (além de eu não ter gasto dinheiro) é poder contar pra vocês como é ficar hospedado no Fairfield Inn & Suites.
- A localização do hotel é muito boa. Super perto da 34th Penn Station. Ali, no centro de tudo. Perto do Madison Square Garden, Times Square, Macy’s, enfim…o burburinho de NY está ali.
- O wifi tinha um sinal razoável dentro do quarto, notei que no Lounge era mais rápido e não caía tanto quanto no quarto. Pelo menos de 10 em 10 minutos você tinha que atualizar o wifi (chato...eu sei...).
- O quarto é espaçoso. Mesmo no quarto para 4 pessoas (com duas camas de casal) achei que tinha espaço suficiente. Ah! O chão é de carpete, então alérgicos...Cuidado!
- O café da manhã é bem variado. Com pães, mufins, iogurtes, leite, café, frutas (pouca variedade) e os clássicos ovos e salsicha. Não estranhe pelos copos, pratos e talheres serem descartáveis...É assim mesmo, usou, jogou fora. #AmericanWayOfLife
- A diária desse hotel gira em torno de 200 dólares, não é barato, então...prepare o bolso!
- A segurança que deixou a desejar né, gente. Vocês viram...Eu cheguei, subi o elevador, entrei, voltei, dormi e ainda tomei café da manhã. Ah! E no final ainda deixei a minha mochila na sala de guardar malas pra pegar mais tarde, como qualquer outro hóspede. Agora vocês me falam...Um país que é tão neurótico  com a segurança deveria informar aos donos de hotel pra ter um pouquinho mais de cuidado, né? rsrs
E vocês? Já tiveram alguma experiência parecida com essa? Conta pra gente!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

New York – O Dia Que Andei Mais de 30 Quadras e Nem Senti...

Eu já comentei com vocês que a cidade de NY tem o mapa mais fácil do mundo, né? Tudo quadradinho, chega até ser fofo quando você abre o mapa. E o mehor, para pessoas com o GPS interno com defeito (como eu) é uma cidade sem muitas pegadinhas e você não se perde facilmente.
No dia que cheguei à NY, deixei minhas malas na Casa da Cris (leia sobre a hospedagem aqui) e segui cheia de coragem para me aventurar sozinha pela cidade.
Mapa do Lonely Planet em mãos, celular e máquina digital carregados, mapa do metrô e lá fui eu. Eu já saí de casa meio tarde, por volta de 15h, mas o dia rendeu.
1° Parada – Times Square
Assim que você sai da estação do metrô na 42nd Street (e se for a sua primeira vez em NY) você automaticamente se sente como naquelas cenas de filme em que você fica parado e a câmera gira 360 graus dando o panorama da Times Square. Foi exatamente assim que me senti. Minha cabeça girava, meus olhos não sabiam exatamente para qual direção olhar e a minha cara? Bom, eu acho que devia ser a mais embasbacada do mundo. Juro que demorei uns 2 minutos para sair da posição que eu estava até eu sentir: Estou em NY.
Comecei a andar por ali, vi algumas pessoas tentando ganhar a vida fantasiados de Minions e Personagens Disney...Você dava um dinheiro e tirava uma foto com eles...Ahnnnn não, obrigada. Eu preferi guardar o meu $ para os personagens originais na Disney mesmo J
Fui andando, vendo os teatros, os táxis amarelos, as luzes (mesmo a tarde ficam acesas), as propagandas (o espaço publicitário mais caro do mundo) e quando percebi já estava lá no Bryant Park.

A cara de embasbacada da criança...rs

Linda Times...

Musicais, a gente vê por aqui...

Gente tentado ganhar a vida...
2° Parada – Bryant Park
Esse parque me encantou assim que eu coloquei os pés nele. Um clima relax e cult permeia o local. Pessoas com os seus notebooks e tablets plugados na tomada (isso aí, tem tomadas no parque) e conectados à internet utilizando a rede wifi do parque. Mais ainda, pessoas sentadas e lendo livros que estão disponibilizados gratuitamente em uma mini estante. Gente, não tinha como não se apaixonar.
Na verdade acho que esse climinha cult deve estar atrelado ao fato do parque estar literalmente colado à Biblioteca Pública da Cidade de NY...hahahaha.
Eu não resisti, me sentei nas mesinhas durante um tempo e observei as pessoas. Algumas espalhadas na grama pegando um sol (eles não tem praia, né gente? Rs) outras brincando com crianças, algumas lendo e outras só pensando na vida mesmo...assim como eu!
Ao caminhar pelo parque notei que tinha um Carrossel lindo, e nessa hora eu invejei as crianças...Bom, eu tenho 28 anos, estava sozinha e não queria “pagar o mico” sozinha, talvez se eu estivesse com mais alguém eu encararia o “mico”.
Informações:
Localizado entre a 40th e 42sd street entre a 5th e 6th av (atrás da Biblioteca Pública de NY)
Linhas de metrô próximas:  B,D,F ou M
Horários de funcionamento: De acordo com o site do parque, os horários variam de acordo com a época do ano, mas normalmente funciona de 07 da manhã até meia noite.
O parque também realiza eventos constantemente, é só acessar o site e verificar o que está acontecendo por lá no período da sua viagem.
 
Briant Park...Just Relaxing

Fundos da Biblioteca Pública

A foto tá meio embaçada, mas tá valendo...Carrosel de Emoções...hahahaha

Mais Bryant Park...
3° Parada – Grand Central Terminal
Considerada uma das maiores estações ferroviárias do mundo e com 100 anos de funcionamento, não poderia ficar de fora do meu roteiro. Inaugurada em 1903, a Grand Central Station possui 44 plataformas e uma média de 125 mil usuários passam por ela todos os dias.
Além da estação ser linda, passear por ela faz você lembrar da animação Madagascar, onde no primeiro filme da série, os animais que fugiam do zoológico ficam perdidos dentro dessa estação. Ri sozinha quando eu lembrei da cena.
Informações:
87 E 42nd St  New York, NY 10017, Estados Unidos
Linhas de metrô:  4, 5, 6, 7 ou S e desça no Grand Central Terminal
Horário de Funcionamento:  05:30 da manhã até 01:30 da manhã

100 anos de funcionamento da estação...

Lindíssima...
4° Parada – Rockfeller Center
Continuei a caminhada em direção ao Rockefeller Center, um complexo formado por 19 edifícios comerciais. Neste complexo estão localizados os prédios do Radio City Music Hall, os estúdios da NBC e o Top of The Rock, onde você pode desfrutar, do alto, a cidade de NY e ter uma das melhores vistas.
Dei uma caminhada pelo local e notei que tinha uma loja da Lego (com várias esculturas feitas de lego, é claro...) e a loja de decoração do MOMA    (Museu de Arte Moderna de NY) onde tinham coisas bem fofas e tocava MPB (Tô dizendo que o Brasil tá na moda...).
O Rockefeller Center é bem interessante, tanto no verão quanto no inverno. No verão os jardins ficam lindos e você pode apreciar as 200 bandeiras fincadas ali no vão central. Bandeiras essas representando os países que fazem parte das Nações Unidas. E no inverno...Ahhh, no inverno. Fica lindo (pelo menos foi o que vi no google imagens...rsrs) com a pista de patinação no gelo e a famosa árvore de natal. Talvez eu ainda volte à NY em pleno frio para ver essa cena.
Nesse dia eu não fui ao Top of The Rock, porque a fila estava bem grande, resolvi voltar outro dia, mas não pude deixar de dar uma passadinha na NBC Store. Uma loja que vende várias coisas relacionadas as sérias e shows de maior sucesso. Você quer uma caneca igualzinha do seriado Friends? Tem lá...Quer uma blusa do The Voice? Tem lá...Camisas das séries 30rd Rock? Também tem...Comprei alguns presentinhos nessa loja, não resisti.

Rockeffeler Center
Qual é a bandeira mais bonita? rsrs

No caminho a gente encontra algumas surpresas...
5° Parada – Strawberry Fields
Já estava anoitecendo quando eu fui parar no Central Park. O parque mais famoso da cidade e que é utilizado como cenário para a maioria dos filmes que se passam em NY. A minha emoção foi quase a mesma de ter pisado na Times Square pela primeira vez. O parque é lindo e como eu queria visitar um ponto específico naquele dia, fui andando por dentro do parque até chegar ao Strawberry Fields que fica localizado na 72nd street (West).

Uma imagem no chão, dentro do Central Park escrito Imagine. Eis aí uma singela homenagem ao John Lennon. O local tem o nome de Strawberry Fields pois este é o “nome de orfanato situado em Liverpool, na Inglaterra, patrocinado pelo Exército da Salvação Britânico e ficou mundialmente famoso graças à música Strawberry Fields Forever, composta por John Lennon e Paul McCartney, lançada no álbum  Magical Mistery Tour dos Beatles em 1967.”

Central Park

"Imagine all of people..."
E assim terminou o meu dia. Acho que esse é um bom roteiro para um primeiro dia na cidade. Se você puder começar mais cedo, do tipo 10 da manhã, vai poder aproveitar muito mais.
Naquele dia eu cheguei em casa morta, com os pés doendo, mas super feliz. Feliz por estar realizando um sonho de adolescente e conhecer NY.
E você? Já caminhou tanto em NY que nem sentiu? Conta pra gente...